Não posso mais adiar. Estou pensando em me mudar e preciso dar um jeito na tralha que amontôo há anos no meu atual apartamento. O problema é que cada item esquecido em uma gaveta carrega uma história que não pretendo apagar do meu banco de dados.
Vou ter de usar um pouco do que aprendi em redações de jornais nesta limpeza emotiva. Quando não há espaço, corte sem dó. Vale para um texto, mas serve neste caso também. Materialismo conciso.
Nas próximas semanas, serei um verdadeiro açougueiro, viajando no tempo e pesando as memórias que o objeto me traz. Assim decido se ele integrará a coleção do Museu Alex Xavier de Histórias Ordinárias ou se o envio em um foguete direto para um buraco negro.
Você está convidado a acompanhar esta minuciosa curadoria, enviar comentários e dividir suas próprias recordações.
Bem vindo ao mundo dos blogueiros! Vai ver que de vez em quando dá uma preguiça doida de escrever… rs Beijos
Nem diga… Já vi que arrumei uma nova tarefa
Se eu encontrar uma foto minha sequer nesse tal buraco negro eu lhe quebro os dentes.
Sem agressividade hehe Fotos não vão para o buraco negro
Alex!!!!! Adorei a sua ideia!!! hahahahhaha “sem espaço? corte sem dó! ” Foi ótimo. Então, posso tentar te ajudar. Vou ao Brasil com uma missão parecida, só que em versão simplificada: não levar de volta as tralhas que eu trouxe há dois anos. Mas pra mim vai ser muito mais fácil, basta juntar tudo num saco plástico, misturar duas guiness com dois shots de jameson, descer na garagem e colocá-lo dentro do contêiner de não-recicláveis!
Pois é Aki, estou passando pela mesma coisa (que coincidência, heim? rs), mas às vezes fica difícil jogar algumas coisas para o buraco negro…
Adooooro coisas inúteis! Principalmente os posters de cinema!
suas histórias são sempre saborosas, alex.
bj!
Legal. Gostei da ideia do blog. Boa sorte. Já adicionei pros favoritos!
abraço!!